Estrutura do Resumo
1. Os trabalhos não devem exceder a dez laudas.
2. A página deverá ser configurada em papel A4, utilizando os seguintes parâmetros:
• margem superior 2,5 cm;
• inferior 2,5 cm;
• lateral esquerda 3,5 cm;
• lateral direita 2,5 cm.
3. Devem ser escritos em num editor de textos , na fonte Times New Roman, corpo 12, usando apenas uma das faces do papel, com entre linhas simples, alinhado a esquerda, recuo para parágrafo de 1,5 e com inserção do úmero da página no lado direito superior.
4. A estrutura da primeira página é a seguinte:
a) Título centralizado, usando letra maiúscula com corpo 16 e em negrito.
b) Após um espaço de três linhas, colocar o nome do autor em corpo 14 centralizado.
c) A seguir, no mesmo formato o nome do orientador, incluída a sua titulação.
d) Em seguida, colocar o nome da instituição a que estiver ligado e o endereço eletrônico, usando letra corpo 10.
e) Incluir, data da defesa e o nome de Instituição, bem como o curso.
5. Três linhas abaixo, colocar um resumo em português com, no máximo, 200 palavras, em itálico, acompanhado das palavras-chave.
6. De forma similar proceda com o abstract.
7. Iniciar o texto propriamente dito duas linhas abaixo. O texto deve abordar de forma sucinta as base teóricas do trabalho e forma bastante mais explicita o trabalho em si. O texto pode ser dividido nos seguintes tópicos:
a) justificativa do trabalho (importância)
b) descrição (escopo, objetivos, metas) do trabalho
c) metodologia utilizada (métodos e técnicas de coleta e análise dos dados)
d) resultados obtidos e sua discussão (análise e interpretação dos dados)
8. As referências bibliográficas devem ser apenas as necessárias para a melhor compreensão do trabalho. A Bibliografia referente às bases teóricas pode ser omitida. O número de referências pode ficar entre 5 e 10, portanto coloque apenas as mais importantes.
9. Se indispensável poderá incluir anexos, estes irão antes da Bibliografia..
10. As notas de rodapé devem ser evitadas e, em caso de serem indispensáveis, colocadas no final do trabalho, antes da referência bibliográfica.
11. Os títulos das seções internas devem estar em negrito e posicionados no canto superior esquerdo, com numeração em algarismos arábicos.
12. As figuras e tabelas devem ter legenda.
sexta-feira, 30 de abril de 2010
Como se Elabora uma Resenha
Resenhar significa fazer uma relação das propriedades de um objeto, enumerar
cuidadosamente seus aspectos relevantes, descrever as circunstâncias que o envolvem..
O objeto resenhado pode ser um acontecimento qualquer da realidade (um jogo de
futebol, uma comemoração solene, uma feira de livros) ou textos e obras culturais (um romance, uma peça de teatro, um fIlme).
A resenha, como qualquer modalidade de discurso descritivo, nunca pode ser
completa e exaustiva, já que são infinitas as propriedades e circunstâncias que envolvem o objeto descrito. O resenhador deve proceder seletivamente, fIltrando apenas os aspectos pertinentes do objeto, isto é, apenas aquilo que é funcional em vista de uma intenção previamente definida.
Imaginemos duas resenhas distintas sobre um mesmo objeto, o treinamento dos
atletas para uma copa mundial de futebol: uma resenha destina-se aos leitores de uma coluna esportiva de um jornal; outra, ao departamento médico que integra a comissão de treinamento. O jornalista, na sua resenha, vai relatar que um certo atleta marcou, durante o treino, um gol
olímpico, fez duas coloridas jogadas de calcanhar, encantou a platéia presente e deu vários autógrafos. Esses dados, na resenha destinada ao departamento médico, são simplesmente desprezíveis.
Com efeito, a importância do que se vai relatar numa resenha depende da finalidade a
que ela se presta.
Numa resenha de livros para o grande público, leitor de jornal, não tem o menor
sentido descrever com pormenores os custos de cada etapa de produção do livro, o percentual de direito autoral que caberá ao escritor e coisas desse tipo.
A resenha pode ser puramente descritiva, isto é, sem nenhum julgamento ou
apreciação do resenhador, ou crítica, pontuada de apreciações, notas e correlações estabelecidas pelo juízo crítico de quem a elaborou.
A resenha descritiva consta de:
a) uma parte descritiva em que se dão informações sobre o texto:
• nome do autor (ou dos autores);
• título completo e exato da obra (ou do artigo);
• nome da editora e, se for o caso, da coleção de que faz parte a obra;
• lugar e data da publicação;
• número de volumes e páginas.
Pode-se fazer, nessa parte, uma descrição sumária da estrutura da obra (divisão em capítulos, assunto dos capítulos, índices, etc.). No caso de uma obra estrangeira, é útil informar também a língua da versão original e o nome do tradutor (se se tratar de tradução).
b) uma parte com o resumo do conteúdo da obra:
• indicação sucinta do assunto global da obra (assunto tratado) e do ponto de vista
adotado pelo autor (perspectiva teórica, gênero, método, tom, etc.);
• resumo que apresenta os pontos essenciais do texto e seu plano geral.
• Na resenha crítica, além dos elementos já mencionados, entram também comentários
e julgamentos do resenhador sobre as idéias do autor, o valor da obra, etc.
TEXTO COMENTADO
MEMÓRIA - ricas lembranças de um precioso modo de vida
O Diário de uma garota (Record. Maria Julieta Drummond de Andrade) é um texto que
comove de tão bonito. Nele o leitor encontra o registro amoroso e miúdo dos pequenos nadas que
preencheram os dias de uma adolescente em férias, no verão antigo de 41 para 42.
Acabados os exames Maria Julieta começa seu diário anotado em um caderno de capa dura
que ela ganha já usado até a página 49. É a partir daí que o espaço é todo da menina que se
Universidade Severino Sombra – Central de Estágios de Licenciatura e Bacharelado (CELBS)
propõe a registrar nele os principais acontecimentos destas férias para mais tarde recordar coisas
já esquecidas.
O resultado final dá conta plena do recado e ultrapassa em muito a proclamada modéstia do
texto que ao ser concebido tinha como destinatária única a mãe da autora a quem o caderno
deveria ser entregue quando acabado.
E quais foram os afazeres de Maria Julieta naquele longínquo verão? Foram muitos.
pontilhados de muita comilança e de muita leitura: cinema, doce-de-Ieite, novena, o Tico-Tico.
doce-de-banana, teatrinho, visita, picolés, missa, rosca, cinema de novo, sapatos novos de
camurça branca, o Cruzeiro, bem-casados, romances franceses, comunhão, recorte de gravuras,
Fon-Fon, espiar casamentos, bolinho de legumes, festas de aniversário, Missa do Galo, carta para
a família, dor-de-barriga, desenho de aquarela, mingau, indigestão... Tudo parecia pouco para
encher os dias de uma garota carioca em férias mineiras das quais regressa sozinha de avião.
Tantas e tão preciosas evocações resgatam do esquecimento um modo de vida que é hoje
apenas um dolorido retrato na parede. Retrato entretanto que, graças à arte de Julieta, escapa da
moldura, ganha movimentos, cheiros, risos e vida.
O livro, no entanto, guarda ainda outras riquezas: por exemplo, o tom autêntico de sua
linguagem que se, como prometeu sua autora, evita as pompas, guarda não obstante o sotaque
antigo do tempo em que os adolescentes que faziam diários dominavam os pronomes cujo/a/os/as
conheciam a impessoalidade do verbo haver no sentido de existir e empregavam, sem pestanejar,
o mais-que-perfeito do indicativo quando de direito...
Outra e não menor riqueza do livro é o acerto de seu projeto gráfico aos cuidados de Raquel
Braga. Aproveitando para ilustração recortes que Maria Julieta pregava em seu diário e
reproduzindo na capa do livro a capa marmorizada do caderno com sua lombada e cantoneiras
imitando couro, o resultado é um trabalho em que forma e conteúdo se casam tão bem casados
que este Diário de uma garota acaba constituindo uma grande festa para seus leitores.
Marisa Lajolo
JORNAL DA TARDE - 18 jan 1986.
O texto é uma resenha crítica, pois nele a resenhadora apresenta um breve resumo da obra,
mas também faz uma apreciação do seu valor (exemplo, 1º período do 1º parágrafo, 3º
parágrafo). Ao comentar a linguagem do livro (6º parágrafo), emite um juízo de valor sobre ela,
estabelecendo um paralelo entre os adolescentes da década de 40 e os de hoje do ponto de vista
da capacidade de se expressar por escrito. No último parágrafo comenta o projeto gráfico da obra
e faz uma apreciação a respeito dele.
No resumo da obra, a resenhadora faz uma indicação sucinta do conteúdo global da obra
("registro amoroso e miúdo dos pequenos nadas que preencheram os dias de uma adolescente
em férias, no verão antigo de 41 para 42"), mostra o gênero utilizado pela autora (diário) e, depois,
relata os pontos essenciais do livro (um rol dos pequenos acontecimentos da vida da adolescente
em férias).
A parte descritiva é reduzida ao mínimo indispensável. Apenas o título completo da obra, a
editora e o nome da autora são indicados.
Estamos diante de uma resenha muito bem-feita, pois se atém apenas aos elementos
pertinentes para a finalidade a que se destina: informar o público leitor sobre a existência e as
qualificações do livro.
cuidadosamente seus aspectos relevantes, descrever as circunstâncias que o envolvem..
O objeto resenhado pode ser um acontecimento qualquer da realidade (um jogo de
futebol, uma comemoração solene, uma feira de livros) ou textos e obras culturais (um romance, uma peça de teatro, um fIlme).
A resenha, como qualquer modalidade de discurso descritivo, nunca pode ser
completa e exaustiva, já que são infinitas as propriedades e circunstâncias que envolvem o objeto descrito. O resenhador deve proceder seletivamente, fIltrando apenas os aspectos pertinentes do objeto, isto é, apenas aquilo que é funcional em vista de uma intenção previamente definida.
Imaginemos duas resenhas distintas sobre um mesmo objeto, o treinamento dos
atletas para uma copa mundial de futebol: uma resenha destina-se aos leitores de uma coluna esportiva de um jornal; outra, ao departamento médico que integra a comissão de treinamento. O jornalista, na sua resenha, vai relatar que um certo atleta marcou, durante o treino, um gol
olímpico, fez duas coloridas jogadas de calcanhar, encantou a platéia presente e deu vários autógrafos. Esses dados, na resenha destinada ao departamento médico, são simplesmente desprezíveis.
Com efeito, a importância do que se vai relatar numa resenha depende da finalidade a
que ela se presta.
Numa resenha de livros para o grande público, leitor de jornal, não tem o menor
sentido descrever com pormenores os custos de cada etapa de produção do livro, o percentual de direito autoral que caberá ao escritor e coisas desse tipo.
A resenha pode ser puramente descritiva, isto é, sem nenhum julgamento ou
apreciação do resenhador, ou crítica, pontuada de apreciações, notas e correlações estabelecidas pelo juízo crítico de quem a elaborou.
A resenha descritiva consta de:
a) uma parte descritiva em que se dão informações sobre o texto:
• nome do autor (ou dos autores);
• título completo e exato da obra (ou do artigo);
• nome da editora e, se for o caso, da coleção de que faz parte a obra;
• lugar e data da publicação;
• número de volumes e páginas.
Pode-se fazer, nessa parte, uma descrição sumária da estrutura da obra (divisão em capítulos, assunto dos capítulos, índices, etc.). No caso de uma obra estrangeira, é útil informar também a língua da versão original e o nome do tradutor (se se tratar de tradução).
b) uma parte com o resumo do conteúdo da obra:
• indicação sucinta do assunto global da obra (assunto tratado) e do ponto de vista
adotado pelo autor (perspectiva teórica, gênero, método, tom, etc.);
• resumo que apresenta os pontos essenciais do texto e seu plano geral.
• Na resenha crítica, além dos elementos já mencionados, entram também comentários
e julgamentos do resenhador sobre as idéias do autor, o valor da obra, etc.
TEXTO COMENTADO
MEMÓRIA - ricas lembranças de um precioso modo de vida
O Diário de uma garota (Record. Maria Julieta Drummond de Andrade) é um texto que
comove de tão bonito. Nele o leitor encontra o registro amoroso e miúdo dos pequenos nadas que
preencheram os dias de uma adolescente em férias, no verão antigo de 41 para 42.
Acabados os exames Maria Julieta começa seu diário anotado em um caderno de capa dura
que ela ganha já usado até a página 49. É a partir daí que o espaço é todo da menina que se
Universidade Severino Sombra – Central de Estágios de Licenciatura e Bacharelado (CELBS)
propõe a registrar nele os principais acontecimentos destas férias para mais tarde recordar coisas
já esquecidas.
O resultado final dá conta plena do recado e ultrapassa em muito a proclamada modéstia do
texto que ao ser concebido tinha como destinatária única a mãe da autora a quem o caderno
deveria ser entregue quando acabado.
E quais foram os afazeres de Maria Julieta naquele longínquo verão? Foram muitos.
pontilhados de muita comilança e de muita leitura: cinema, doce-de-Ieite, novena, o Tico-Tico.
doce-de-banana, teatrinho, visita, picolés, missa, rosca, cinema de novo, sapatos novos de
camurça branca, o Cruzeiro, bem-casados, romances franceses, comunhão, recorte de gravuras,
Fon-Fon, espiar casamentos, bolinho de legumes, festas de aniversário, Missa do Galo, carta para
a família, dor-de-barriga, desenho de aquarela, mingau, indigestão... Tudo parecia pouco para
encher os dias de uma garota carioca em férias mineiras das quais regressa sozinha de avião.
Tantas e tão preciosas evocações resgatam do esquecimento um modo de vida que é hoje
apenas um dolorido retrato na parede. Retrato entretanto que, graças à arte de Julieta, escapa da
moldura, ganha movimentos, cheiros, risos e vida.
O livro, no entanto, guarda ainda outras riquezas: por exemplo, o tom autêntico de sua
linguagem que se, como prometeu sua autora, evita as pompas, guarda não obstante o sotaque
antigo do tempo em que os adolescentes que faziam diários dominavam os pronomes cujo/a/os/as
conheciam a impessoalidade do verbo haver no sentido de existir e empregavam, sem pestanejar,
o mais-que-perfeito do indicativo quando de direito...
Outra e não menor riqueza do livro é o acerto de seu projeto gráfico aos cuidados de Raquel
Braga. Aproveitando para ilustração recortes que Maria Julieta pregava em seu diário e
reproduzindo na capa do livro a capa marmorizada do caderno com sua lombada e cantoneiras
imitando couro, o resultado é um trabalho em que forma e conteúdo se casam tão bem casados
que este Diário de uma garota acaba constituindo uma grande festa para seus leitores.
Marisa Lajolo
JORNAL DA TARDE - 18 jan 1986.
O texto é uma resenha crítica, pois nele a resenhadora apresenta um breve resumo da obra,
mas também faz uma apreciação do seu valor (exemplo, 1º período do 1º parágrafo, 3º
parágrafo). Ao comentar a linguagem do livro (6º parágrafo), emite um juízo de valor sobre ela,
estabelecendo um paralelo entre os adolescentes da década de 40 e os de hoje do ponto de vista
da capacidade de se expressar por escrito. No último parágrafo comenta o projeto gráfico da obra
e faz uma apreciação a respeito dele.
No resumo da obra, a resenhadora faz uma indicação sucinta do conteúdo global da obra
("registro amoroso e miúdo dos pequenos nadas que preencheram os dias de uma adolescente
em férias, no verão antigo de 41 para 42"), mostra o gênero utilizado pela autora (diário) e, depois,
relata os pontos essenciais do livro (um rol dos pequenos acontecimentos da vida da adolescente
em férias).
A parte descritiva é reduzida ao mínimo indispensável. Apenas o título completo da obra, a
editora e o nome da autora são indicados.
Estamos diante de uma resenha muito bem-feita, pois se atém apenas aos elementos
pertinentes para a finalidade a que se destina: informar o público leitor sobre a existência e as
qualificações do livro.
quinta-feira, 29 de abril de 2010
COMO ELABORAR UM ARTIGO CIENTÍFICO
Este trabalho apresenta os elementos que constituem a estrutura de
um artigo cientifico bem como apresenta de forma geral as regras
de apresentação, o resumo, a citação no texto e as referências. As
orientações aqui apresentadas baseiam-se na norma para apresentação de artigo científico, a NBR 6022 de 2003.
1 INTRODUÇÃO
As orientações aqui apresentadas são baseadas na norma da ABNT para apresentação de artigos científicos impressos: a NBR 6022, 2003. Essa norma apresenta os elementos que constituem um artigo cientifico. Todavia ao submeter um artigo científico à aprovação de uma revista, o autor deve seguir as normas editoriais adotadas pela revista. (FRANÇA et al., 2003, p. 59).
Além da NBR 6022, ao preparar um artigo científico deve-se consultar as normas abaixo relacionadas:
AUTOR TÍTULO DATA
ABNT NBR6023: Elaboração de referências 2002
ABNT NBR6024: numeração progressiva das seções de um documento 2003
ABNT NBR6028: resumos 2003
ABNT NBR10520: informação e documentação: citação em documento 2002
IBGE Normas de apresentação tabular. 3. ed. 1993
“Artigo científico é parte de uma publicação com autoria declarada, que apresenta e discute idéias, métodos, técnicas,processos e resultados nas diversas áreas do conhecimento.” (ABNT. NBR 6022, 2003, p. 2)
Para Lakatos e Marconi (1991) os artigos científicos têm as seguintes características:
a) não se constituem em matéria de um livro;
b)são publicados em revistas ou periódicos especializados;
c)permitem ao leitor, por serem completos, repetir a experiência.
Ao submeter um artigo à uma revista, seguir as normas editoriais da mesma.
Citação direta,com até três linhas deve vir inserida no texto entre aspas .
O quadro, deve ter uma numeração seqüencial. O título e a fonte devem vir na
parte inferior.
2 O artigo científico pode ser:
a) Original ou divulgação: apresenta temas ou abordagens originais e podem ser: relatos de caso, comunicação ou notas prévias.
b) Revisão: os artigos de revisão analisam e discutem trabalhos já publicados, revisões bibliográficas etc.
3 Estrutura
O artigo científico tem a mesma estrutura dos demais trabalhos científicos:
3.1 Pré-textual
3.2 Textual
3.3 Pós-textual
3.1 Elementos pré-textuais
a) o título e subtítulo (se houver) devem figurar na página de abertura do artigo, na língua do texto;
b) a autoria: Nome completo do(s) autor(es) na forma direta, acompanhados de um breve currículo que o (s) qualifique na área do artigo;
c) o currículo: incluindo endereço (e-mail) para contato, deve aparecer em nota de rodapé;
d) resumo na língua do texto: O resumo deve apresentar de forma concisa, os objetivos, a metodologia e os resultados alcançados, não ultrapassando 250 palavras. Não deve conter citações “Deve ser constituído de uma seqüência
de frases concisas e não de uma simples enumeração de tópicos. Deve-se usar o verbona voz ativa e na terceira pessoa do singular” ativa”.
(ABNT. NBR-6028, 2003, p. 2);
Os elementos pré-textuais devem figurar na primeira folha do artigo.
e) palavras-chave na língua do texto: elemento obrigatório, devem figurar abaixo do resumo, antecedidas da expressão: Palavras-chave1 separadas entre si por ponto, conforme a NBR 6028, 2003, p. 2.
3.2 Elementos textuais
3.2.1 Introdução
Na introdução deve-se expor a finalidade e os objetivos do trabalho de modo que o leitor tenha uma visão geral do tema abordado. De modo geral, a introdução deve apresentar:
a)”o assunto objeto de estudo;
b) o ponto de vista sob o qual o assunto foi abordado;
c) trabalhos anteriores que abordam o mesmo tema;
d) as justificativas que levaram a escolha do tema, o problema de pesquisa, a hipótese de estudo, o objetivo pretendido, o método proposto, a razão de escolha do
método e principais resultados.” (GUSMÃO; MIRANDA 1997 apud RELATÓRIO... [2003]).
3.2.2 Desenvolvimento
Parte principal e mais extensa do trabalho, deve apresentar a fundamentação teórica , a metodologia, os resultados e a discussão. Divide-se em seções e subseções conforme a NBR 6024, 2003.
3.2.3 Conclusões:
a) as conclusões devem responder às questões da pesquisa,correspondentes aos objetivos e hipóteses;
b) devem ser breve podendo apresentar recomendações e sugestões para trabalhos futuros;
1 São palavras ou termos retirados do texto para representar o seu conteúdo.
Citação de citação
c) para artigos de revisão deve-se excluir material, método e resultados.
3.3 Elementos Pós-Textuais
a) título e subtítulo (se houver) em língua estrangeira;
b) resumo em língua estrangeira: versão do resumo na língua do texto;
c) palavras-chave em língua estrangeira: versão das palavras-chave na língua do texto para a mesma língua do resumo em língua estrangeira;
d) notas explicativas: a numeração das notas é feita em algarismos arábicos, devendo ser única e consecutiva para cada artigo. Não se inicia a numeração em cada
página;
e) referências: Elemento obrigatório, constitui uma lista ordenada dos documentos efetivamente citados no texto. (NBR 6023, 2000);
f) glossário: elemento opcional elaborado em ordem alfabética;
g) apêndices: Elemento opcional. “Texto ou documento elaborado pelo autor a fim de complementar o texto principal.” (NBR 14724, 2002, p. 2);
h) anexos: Elemento opcional, “texto ou documento não elaborado pelo autor, que serve de fundamentação, comprovação e ilustração.” (NBR 14724, 2002, p. 2);
i) agradecimentos e a data de entrega dos originais para
publicação.
4 Ilustrações
As ilustrações (quadros, figuras, fotos etc), devem ter uma numeração seqüencial.
As referências devem ser alinhadas somente à margem esquerda.
São identificados por letras maiúsculas consecutivas..
Ex: APÊNDICE A –
ANEXO A -
Sua identificação aparece na parte inferior, precedida da palavra designativa, seguida de seu número de ordem de ocorrência do texto, em algarismos arábicos, do respectivo título, a ilustração deve figurar o mais próximo possível do texto a que se refere. (ABNT. NBR 6022,2003, p. 5).
5 Tabelas
Conforme o IBGE (1993) as tabelas devem ter um número em algarismo arábico, seqüencial, inscritos na parte superior, a esquerda da página, precedida da palavra Tabela. Exemplo: Tabela 5 ou Tabela 3.5
5.1 Título: devem conter um título por extenso, inscrito no topo da
tabela, para indicar a natureza e abrangência do seu conteúdo.
5.2 Fonte: a fonte deve ser colocada imediatamente abaixo da
tabela em letra maiúscula/minúscula para indicar a autoridade dos
dados e/ou informações da tabela, precedida da palavra Fonte.
6 Indicativo de seção: O Indicativo Numérico da seção precede o
título [da seção] alinhado à esquerda.
“Não se utilizam ponto, hífen, travessão ou qualquer outro sinal
após o indicativo da seção ou de seu título.” (NBR 6024, 2003, p.2).
7 Fontes:
Conforme a NBR 14724, 2002, deve-se usar a fonte 12 para o texto e para as referências. Para as citações longas, notas de rodapé, paginação, legendas das ilustrações e tabelas, usar tamanho menor.
A NBR 6022, 2003 não orienta quanto a apresentação gráfica dos artigos de
periódicos.
Citação direta com mais de três linhas, deve terdestaque de 4 cm do parágrafo. A fonte deve ser menor do que o texto. O espacejamento entre linhas deve ser simples. NBR 14724, 2003).
Para construir uma tabela consulte a norma para apresentação tabular do IBGE, 1993.
A numeração progressiva [das seções] deve ser apresentada conforme a NBR 6024, 2003.
REFERÊNCIAS
ABNT. NBR 6022: informação e documentação: artigo em publicação periódica científica impressa: apresentação. Rio de Janeiro, 2003. 5 p. ABNT. NBR6023: informação e documentação: elaboração:referências. Rio de Janeiro, 2002. 24 p.
ABNT. NBR6024: Informação e documentação: numeração progressiva das seções de um documento. Rio de Janeiro, 2003. 3 p. ABNT. NBR6028: resumos. Rio de Janeiro, 2003. 2 p.ABNT. NBR10520: informação e documentação: citação em documentos. Rio de Janeiro, 2002. 7 p. ABNT. NBR 14724: informação e documentação: trabalhos acadêmicos: apresentação. Rio de Janeiro, 2002. 6 p.FRANÇA, Júnia Lessa et al. Manual para normalização de publicações tecnico-cientificas. 6. ed. rev. e ampl. Belo Horizonte: UFMG, 2003. 230 p. IBGE. Normas de apresentação tabular. 3. ed. 1993.LAKATOS, Eva Maria; MARCONI, Marina de Andrade. Fundamentos de metodologia cientifica. 3. ed. rev. e ampl. São Paulo: Atlas, 1991. 270 p.RELATÓRIO final de projetos de pesquisa: modelo de apresentação de artigo científico. Disponível em:
. Acesso em: 03 dez. 2003.
As referências têm espaçamento simples e duplo entre si.As referências são
apresentadas em ordem alfabética de autor e alinhadas somente à margem esquerda.
O título é centralizado.
um artigo cientifico bem como apresenta de forma geral as regras
de apresentação, o resumo, a citação no texto e as referências. As
orientações aqui apresentadas baseiam-se na norma para apresentação de artigo científico, a NBR 6022 de 2003.
1 INTRODUÇÃO
As orientações aqui apresentadas são baseadas na norma da ABNT para apresentação de artigos científicos impressos: a NBR 6022, 2003. Essa norma apresenta os elementos que constituem um artigo cientifico. Todavia ao submeter um artigo científico à aprovação de uma revista, o autor deve seguir as normas editoriais adotadas pela revista. (FRANÇA et al., 2003, p. 59).
Além da NBR 6022, ao preparar um artigo científico deve-se consultar as normas abaixo relacionadas:
AUTOR TÍTULO DATA
ABNT NBR6023: Elaboração de referências 2002
ABNT NBR6024: numeração progressiva das seções de um documento 2003
ABNT NBR6028: resumos 2003
ABNT NBR10520: informação e documentação: citação em documento 2002
IBGE Normas de apresentação tabular. 3. ed. 1993
“Artigo científico é parte de uma publicação com autoria declarada, que apresenta e discute idéias, métodos, técnicas,processos e resultados nas diversas áreas do conhecimento.” (ABNT. NBR 6022, 2003, p. 2)
Para Lakatos e Marconi (1991) os artigos científicos têm as seguintes características:
a) não se constituem em matéria de um livro;
b)são publicados em revistas ou periódicos especializados;
c)permitem ao leitor, por serem completos, repetir a experiência.
Ao submeter um artigo à uma revista, seguir as normas editoriais da mesma.
Citação direta,com até três linhas deve vir inserida no texto entre aspas .
O quadro, deve ter uma numeração seqüencial. O título e a fonte devem vir na
parte inferior.
2 O artigo científico pode ser:
a) Original ou divulgação: apresenta temas ou abordagens originais e podem ser: relatos de caso, comunicação ou notas prévias.
b) Revisão: os artigos de revisão analisam e discutem trabalhos já publicados, revisões bibliográficas etc.
3 Estrutura
O artigo científico tem a mesma estrutura dos demais trabalhos científicos:
3.1 Pré-textual
3.2 Textual
3.3 Pós-textual
3.1 Elementos pré-textuais
a) o título e subtítulo (se houver) devem figurar na página de abertura do artigo, na língua do texto;
b) a autoria: Nome completo do(s) autor(es) na forma direta, acompanhados de um breve currículo que o (s) qualifique na área do artigo;
c) o currículo: incluindo endereço (e-mail) para contato, deve aparecer em nota de rodapé;
d) resumo na língua do texto: O resumo deve apresentar de forma concisa, os objetivos, a metodologia e os resultados alcançados, não ultrapassando 250 palavras. Não deve conter citações “Deve ser constituído de uma seqüência
de frases concisas e não de uma simples enumeração de tópicos. Deve-se usar o verbona voz ativa e na terceira pessoa do singular” ativa”.
(ABNT. NBR-6028, 2003, p. 2);
Os elementos pré-textuais devem figurar na primeira folha do artigo.
e) palavras-chave na língua do texto: elemento obrigatório, devem figurar abaixo do resumo, antecedidas da expressão: Palavras-chave1 separadas entre si por ponto, conforme a NBR 6028, 2003, p. 2.
3.2 Elementos textuais
3.2.1 Introdução
Na introdução deve-se expor a finalidade e os objetivos do trabalho de modo que o leitor tenha uma visão geral do tema abordado. De modo geral, a introdução deve apresentar:
a)”o assunto objeto de estudo;
b) o ponto de vista sob o qual o assunto foi abordado;
c) trabalhos anteriores que abordam o mesmo tema;
d) as justificativas que levaram a escolha do tema, o problema de pesquisa, a hipótese de estudo, o objetivo pretendido, o método proposto, a razão de escolha do
método e principais resultados.” (GUSMÃO; MIRANDA 1997 apud RELATÓRIO... [2003]).
3.2.2 Desenvolvimento
Parte principal e mais extensa do trabalho, deve apresentar a fundamentação teórica , a metodologia, os resultados e a discussão. Divide-se em seções e subseções conforme a NBR 6024, 2003.
3.2.3 Conclusões:
a) as conclusões devem responder às questões da pesquisa,correspondentes aos objetivos e hipóteses;
b) devem ser breve podendo apresentar recomendações e sugestões para trabalhos futuros;
1 São palavras ou termos retirados do texto para representar o seu conteúdo.
Citação de citação
c) para artigos de revisão deve-se excluir material, método e resultados.
3.3 Elementos Pós-Textuais
a) título e subtítulo (se houver) em língua estrangeira;
b) resumo em língua estrangeira: versão do resumo na língua do texto;
c) palavras-chave em língua estrangeira: versão das palavras-chave na língua do texto para a mesma língua do resumo em língua estrangeira;
d) notas explicativas: a numeração das notas é feita em algarismos arábicos, devendo ser única e consecutiva para cada artigo. Não se inicia a numeração em cada
página;
e) referências: Elemento obrigatório, constitui uma lista ordenada dos documentos efetivamente citados no texto. (NBR 6023, 2000);
f) glossário: elemento opcional elaborado em ordem alfabética;
g) apêndices: Elemento opcional. “Texto ou documento elaborado pelo autor a fim de complementar o texto principal.” (NBR 14724, 2002, p. 2);
h) anexos: Elemento opcional, “texto ou documento não elaborado pelo autor, que serve de fundamentação, comprovação e ilustração.” (NBR 14724, 2002, p. 2);
i) agradecimentos e a data de entrega dos originais para
publicação.
4 Ilustrações
As ilustrações (quadros, figuras, fotos etc), devem ter uma numeração seqüencial.
As referências devem ser alinhadas somente à margem esquerda.
São identificados por letras maiúsculas consecutivas..
Ex: APÊNDICE A –
ANEXO A -
Sua identificação aparece na parte inferior, precedida da palavra designativa, seguida de seu número de ordem de ocorrência do texto, em algarismos arábicos, do respectivo título, a ilustração deve figurar o mais próximo possível do texto a que se refere. (ABNT. NBR 6022,2003, p. 5).
5 Tabelas
Conforme o IBGE (1993) as tabelas devem ter um número em algarismo arábico, seqüencial, inscritos na parte superior, a esquerda da página, precedida da palavra Tabela. Exemplo: Tabela 5 ou Tabela 3.5
5.1 Título: devem conter um título por extenso, inscrito no topo da
tabela, para indicar a natureza e abrangência do seu conteúdo.
5.2 Fonte: a fonte deve ser colocada imediatamente abaixo da
tabela em letra maiúscula/minúscula para indicar a autoridade dos
dados e/ou informações da tabela, precedida da palavra Fonte.
6 Indicativo de seção: O Indicativo Numérico da seção precede o
título [da seção] alinhado à esquerda.
“Não se utilizam ponto, hífen, travessão ou qualquer outro sinal
após o indicativo da seção ou de seu título.” (NBR 6024, 2003, p.2).
7 Fontes:
Conforme a NBR 14724, 2002, deve-se usar a fonte 12 para o texto e para as referências. Para as citações longas, notas de rodapé, paginação, legendas das ilustrações e tabelas, usar tamanho menor.
A NBR 6022, 2003 não orienta quanto a apresentação gráfica dos artigos de
periódicos.
Citação direta com mais de três linhas, deve terdestaque de 4 cm do parágrafo. A fonte deve ser menor do que o texto. O espacejamento entre linhas deve ser simples. NBR 14724, 2003).
Para construir uma tabela consulte a norma para apresentação tabular do IBGE, 1993.
A numeração progressiva [das seções] deve ser apresentada conforme a NBR 6024, 2003.
REFERÊNCIAS
ABNT. NBR 6022: informação e documentação: artigo em publicação periódica científica impressa: apresentação. Rio de Janeiro, 2003. 5 p. ABNT. NBR6023: informação e documentação: elaboração:referências. Rio de Janeiro, 2002. 24 p.
ABNT. NBR6024: Informação e documentação: numeração progressiva das seções de um documento. Rio de Janeiro, 2003. 3 p. ABNT. NBR6028: resumos. Rio de Janeiro, 2003. 2 p.ABNT. NBR10520: informação e documentação: citação em documentos. Rio de Janeiro, 2002. 7 p. ABNT. NBR 14724: informação e documentação: trabalhos acadêmicos: apresentação. Rio de Janeiro, 2002. 6 p.FRANÇA, Júnia Lessa et al. Manual para normalização de publicações tecnico-cientificas. 6. ed. rev. e ampl. Belo Horizonte: UFMG, 2003. 230 p. IBGE. Normas de apresentação tabular. 3. ed. 1993.LAKATOS, Eva Maria; MARCONI, Marina de Andrade. Fundamentos de metodologia cientifica. 3. ed. rev. e ampl. São Paulo: Atlas, 1991. 270 p.RELATÓRIO final de projetos de pesquisa: modelo de apresentação de artigo científico. Disponível em:
As referências têm espaçamento simples e duplo entre si.As referências são
apresentadas em ordem alfabética de autor e alinhadas somente à margem esquerda.
O título é centralizado.
SINOPSE DO FILME 2012
Em 2009, o geólogo estadunidense Adrian Helmsley (Chiwetel Ejiofor) encontra seu amigo, o Dr. Santam Tsurutani (Jimi Mistry), na Índia. Santam descobriu que os neutrinos de uma enorme tempestade solar estão agindo como a radiação de microondas, fazendo com que a temperatura do núcleo da Terra aumente rapidamente. Adrian informa o Chefe de Gabinete da Casa Branca, Carl Anheuser (Oliver Platt), e o Presidente dos Estados Unidos, Thomas Wilson (Danny Glover), que isso vai desencadear uma cadeia catastrófica de desastres naturais. Na cúpula do G8, em 2010, outros chefes de Estado e chefes de governo ficam cientes da situação. Eles começam um enorme projeto secreto que visa garantir a sobrevivência da humanidade. Cerca de 400.000 pessoas são escolhidas para embarcar em uma série de navios (chamados "Arcas", em referência à Arca de Noé), que estão sendo construídos no Himalaia. A maioria dos bilhetes a bordo destes navios são reservados para importantes funcionários do governo e para pessoas selecionadas, enquanto o financiamento adicional para o projeto é gerado com a venda de ingressos para o setor privado, ao preço de € 1 bilhão por pessoa.
Em 2012, Jackson Curtis (John Cusack) é um escritor em Los Angeles que trabalha a tempo parcial como um motorista de limusine para o rico empresário russo Yuri Karpov (Zlatko Burić). Sua ex-mulher, Kate Jackson (Amanda Peet) e seus filhos Noah e Lily vivem com o padrasto, o cirurgião plástico e piloto amador Gordon Silberman (Thomas McCarthy). Jackson leva Noah e Lily em um acampamento ao Parque Nacional de Yellowstone, onde se encontram com Charlie Frost (Woody Harrelson), um teórico conspiracionista que vive como um eremita e apresenta um programa de rádio a partir do parque. Charlie então se refere a uma teoria que sugere que os maias previram que o mundo chegaria ao fim em 2012, e alega possuir conhecimento sobre a possível catástrofe, além de possuir um mapa de um suposto projeto secreto de uma "nave espacial". Como prova de suas alegações, ele observa as mortes suspeitas de muitos cientistas que tentaram alertar o público com informações sobre a catástrofe. A família regressa a casa enquanto enormes rachaduras se desenvolvem ao longo da falha de San Andreas, na Califórnia, e terremotos ocorrem em muitos lugares ao longo da Costa Oeste dos Estados Unidos. As suspeitas de Jackson então crescem e ele aluga um avião para resgatar a sua família. Ele recolhe a sua família e Gordon quando o deslocamento da crosta terrestre começa e eles escapam de Los Angeles que desliza para o Oceano Pacífico.
Enquanto milhões morrem em terremotos e megatsunamis catastróficos no mundo, onde cidades como Washington D.C. e Rio de Janeiro são destruídas, o grupo voa para Yellowstone para recuperar mapa de Charlie. O grupo escapa logo depois da erupção do supervulcão de Yellowstone. Charlie, que ficou para trás para transmitir a erupção, é morto na explosão. Com a informação de que as Arcas estão na China, o grupo aterrissa em Las Vegas, onde se encontram com Yuri, seus filhos, a namorada Tamara (Beatrice Rosen) e o piloto Sasha (Johann Urb). Eles então se juntam a família de Yuri para garantir a entrada em um Antonov An-225, fugindo de Las Vegas quando ela é destruída. O grupo voa para a China, passando por Honolulu, no Havaí, que é incinerada por lava derretida. Também com destino às Arcas a bordo do Air Force One estão Anheuser, Adrian e a filha do presidente, Laura Wilson (Thandie Newton). O Presidente Wilson opta por permanecer em Washington, D.C. para enfrentar o mundo sobre a ocorrência de desastres. Após sobreviver a queda do Monumento de Washington, o presidente é morto por um megatsunami que joga o super-porta-aviões USS John F. Kennedy contra a Casa Branca. Com o Vice-Presidente morto e o Presidente da Câmara em falta, Anheuser toma posse como presidente interino. Eles também ficam sabendo que o primeiro-ministro italiano ficou para trás na Itália e logo foi morto quando o Vaticano foi destruído.
Ao chegar na China em um pouso forçado que mata Sasha, o grupo está cercado por helicópteros do Exército de Libertação Popular Chinês. Yuri e seus filhos, que têm bilhetes, são levados para os navios para serem salvos, deixando a família de Curtis, Gordon e Tamara, que não possuem bilhetes. O grupo é pego por Nima, um monge Budista no caminho para as Arcas. Eles entram em uma das Arcas pela câmara hidráulica com a ajuda do irmão de Nima, Tenzin, um soldador do projeto de construção das Arcas. Enquanto isso, Satnam, em seus momentos finais, liga para Adrian para informá-lo que um megatsunami está engolindo a Índia e está indo em direcção às Arcas antes do previsto. Sob ordens de Anheuser as Arcas são fechadas, prendendo milhares de pessoas na parte de fora. Adrian convence os líderes do G8 para permitir que as pessoas restantes entrem. Depois da entrada das pessoas, o portão de embarque das Arcas é fechado e, em seguida, Yuri cai da plataforma e morre, salvando seus dois filhos, e Gordon cai entre as engrenagens dos portões e é esmagado. Uma broca grande então cai e fica alojada entre as engrenagens, impedindo o portão de fechar completamente, tornando o navio incapaz de ligar seus motores. A megatsunami começa a inundar a Arca, afogando Tamara e colocando o navio à deriva. Jackson e Noah conseguem tirar a broca do mecanismo de fechamento. A equipe retoma o controle da Arca, evitando uma colisão fatal com o Monte Everest.
Quando a água da enchente dos megatsunamis recua, dados de satélite mostram que a elevação da África aumentou em relação ao nível do mar e as montanhas Drakensberg em KwaZulu-Natal, na África do Sul, tornaram-se as mais elevadas do planeta. As três arcas zarpam para o Cabo da Boa Esperança, Jackson se reconcilia com a sua família e Adrian inicia um relacionamento com Laura. O filme termina com uma visão da Terra a partir do espaço, mostrando um continente Africano drasticamente modificado.
Aviso: Terminam aqui as revelações sobre o enredo (spoilers).
[editar] Elenco
John Cusack como Jackson Curtis, o personagem principal da trama
Danny Glover como Wilson, o presidente dos Estados Unidos
Amanda Peet como Kate, a ex-esposa de Jackson
Chiwetel Ejiofor como Adrian Helmsley
Thandie Newton como Laura Wilson
Woody Harrelson como Charlie Frost
Ng Chin Han como Lin Pang, um trabalhador do Tibete
Thomas McCarthy como Gordon, o namorado de Kate e um cirurgião plástico
Morgan Lily como Lilly Curtis, filha de Jackson e Kate
Liam James como Noah Curtis, filho de Jackson e Kate
John Billingsley como Professor West, um cientista estadunidense
Jimi Mistry como Satnam Tsurutani, um cientista que trabalha com o Professor West
Beatrice Rosen como Tamara
Patrick Bauchau como Roland Picard
George Segal como Tony Delgado
Blu Mankuma como Harry Helmsley, pai de Adrian Helmsley.
[editar]
Em 2012, Jackson Curtis (John Cusack) é um escritor em Los Angeles que trabalha a tempo parcial como um motorista de limusine para o rico empresário russo Yuri Karpov (Zlatko Burić). Sua ex-mulher, Kate Jackson (Amanda Peet) e seus filhos Noah e Lily vivem com o padrasto, o cirurgião plástico e piloto amador Gordon Silberman (Thomas McCarthy). Jackson leva Noah e Lily em um acampamento ao Parque Nacional de Yellowstone, onde se encontram com Charlie Frost (Woody Harrelson), um teórico conspiracionista que vive como um eremita e apresenta um programa de rádio a partir do parque. Charlie então se refere a uma teoria que sugere que os maias previram que o mundo chegaria ao fim em 2012, e alega possuir conhecimento sobre a possível catástrofe, além de possuir um mapa de um suposto projeto secreto de uma "nave espacial". Como prova de suas alegações, ele observa as mortes suspeitas de muitos cientistas que tentaram alertar o público com informações sobre a catástrofe. A família regressa a casa enquanto enormes rachaduras se desenvolvem ao longo da falha de San Andreas, na Califórnia, e terremotos ocorrem em muitos lugares ao longo da Costa Oeste dos Estados Unidos. As suspeitas de Jackson então crescem e ele aluga um avião para resgatar a sua família. Ele recolhe a sua família e Gordon quando o deslocamento da crosta terrestre começa e eles escapam de Los Angeles que desliza para o Oceano Pacífico.
Enquanto milhões morrem em terremotos e megatsunamis catastróficos no mundo, onde cidades como Washington D.C. e Rio de Janeiro são destruídas, o grupo voa para Yellowstone para recuperar mapa de Charlie. O grupo escapa logo depois da erupção do supervulcão de Yellowstone. Charlie, que ficou para trás para transmitir a erupção, é morto na explosão. Com a informação de que as Arcas estão na China, o grupo aterrissa em Las Vegas, onde se encontram com Yuri, seus filhos, a namorada Tamara (Beatrice Rosen) e o piloto Sasha (Johann Urb). Eles então se juntam a família de Yuri para garantir a entrada em um Antonov An-225, fugindo de Las Vegas quando ela é destruída. O grupo voa para a China, passando por Honolulu, no Havaí, que é incinerada por lava derretida. Também com destino às Arcas a bordo do Air Force One estão Anheuser, Adrian e a filha do presidente, Laura Wilson (Thandie Newton). O Presidente Wilson opta por permanecer em Washington, D.C. para enfrentar o mundo sobre a ocorrência de desastres. Após sobreviver a queda do Monumento de Washington, o presidente é morto por um megatsunami que joga o super-porta-aviões USS John F. Kennedy contra a Casa Branca. Com o Vice-Presidente morto e o Presidente da Câmara em falta, Anheuser toma posse como presidente interino. Eles também ficam sabendo que o primeiro-ministro italiano ficou para trás na Itália e logo foi morto quando o Vaticano foi destruído.
Ao chegar na China em um pouso forçado que mata Sasha, o grupo está cercado por helicópteros do Exército de Libertação Popular Chinês. Yuri e seus filhos, que têm bilhetes, são levados para os navios para serem salvos, deixando a família de Curtis, Gordon e Tamara, que não possuem bilhetes. O grupo é pego por Nima, um monge Budista no caminho para as Arcas. Eles entram em uma das Arcas pela câmara hidráulica com a ajuda do irmão de Nima, Tenzin, um soldador do projeto de construção das Arcas. Enquanto isso, Satnam, em seus momentos finais, liga para Adrian para informá-lo que um megatsunami está engolindo a Índia e está indo em direcção às Arcas antes do previsto. Sob ordens de Anheuser as Arcas são fechadas, prendendo milhares de pessoas na parte de fora. Adrian convence os líderes do G8 para permitir que as pessoas restantes entrem. Depois da entrada das pessoas, o portão de embarque das Arcas é fechado e, em seguida, Yuri cai da plataforma e morre, salvando seus dois filhos, e Gordon cai entre as engrenagens dos portões e é esmagado. Uma broca grande então cai e fica alojada entre as engrenagens, impedindo o portão de fechar completamente, tornando o navio incapaz de ligar seus motores. A megatsunami começa a inundar a Arca, afogando Tamara e colocando o navio à deriva. Jackson e Noah conseguem tirar a broca do mecanismo de fechamento. A equipe retoma o controle da Arca, evitando uma colisão fatal com o Monte Everest.
Quando a água da enchente dos megatsunamis recua, dados de satélite mostram que a elevação da África aumentou em relação ao nível do mar e as montanhas Drakensberg em KwaZulu-Natal, na África do Sul, tornaram-se as mais elevadas do planeta. As três arcas zarpam para o Cabo da Boa Esperança, Jackson se reconcilia com a sua família e Adrian inicia um relacionamento com Laura. O filme termina com uma visão da Terra a partir do espaço, mostrando um continente Africano drasticamente modificado.
Aviso: Terminam aqui as revelações sobre o enredo (spoilers).
[editar] Elenco
John Cusack como Jackson Curtis, o personagem principal da trama
Danny Glover como Wilson, o presidente dos Estados Unidos
Amanda Peet como Kate, a ex-esposa de Jackson
Chiwetel Ejiofor como Adrian Helmsley
Thandie Newton como Laura Wilson
Woody Harrelson como Charlie Frost
Ng Chin Han como Lin Pang, um trabalhador do Tibete
Thomas McCarthy como Gordon, o namorado de Kate e um cirurgião plástico
Morgan Lily como Lilly Curtis, filha de Jackson e Kate
Liam James como Noah Curtis, filho de Jackson e Kate
John Billingsley como Professor West, um cientista estadunidense
Jimi Mistry como Satnam Tsurutani, um cientista que trabalha com o Professor West
Beatrice Rosen como Tamara
Patrick Bauchau como Roland Picard
George Segal como Tony Delgado
Blu Mankuma como Harry Helmsley, pai de Adrian Helmsley.
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SINOPSE DO FILME AVATAR
No ano 2154 d.C.,[25] a corporativa humana RDA explora minério em Pandora, uma das luas de Polifemo, um dos três gigantes gasosos fictícios orbitando Alpha Centauri,[25] a 4,4 anos-luz da Terra. Os humanos têm o objetivo de explorar em Pandora as reservas de um precioso minério chamado Unobtainium. Parker Selfridge (Giovanni Ribisi), chefe da operação mineradora, emprega ex-soldados e ex-fuzileiros como mercenários.
Pandora é habitado por uma espécie de humanóides chamada Na'vi. Medindo quase 3 metros de altura, com cauda, ossos naturalmente reforçados com fibra de carbono e pelo bioluminescente, os Na'vi vivem em harmonia com a natureza e são considerados primitivos pelos humanos. Eles veneram uma deusa chamada Eywa. Os humanos não são capazes de respirar na atmosfera de Pandora, a qual é rica em dióxido de carbono, metano e amônia. Além disso, não têm uma convivência pacífica com os Na'vi por não entenderem sua cultura de venerar a natureza.
Os pesquisadores humanos coordenados por Dra. Grace Augustine (Sigourney Weaver) criaram o Programa Avatar, híbridos humano-Na'vi geneticamente modificados. Um humano que compartilhe material genético com um Avatar é mentalmente ligado e pode se conectar através de conexões neurais que permitem o controle do corpo do Avatar. Jake Sully (Sam Worthington) é um ex-fuzileiro paraplégico, que vai para Pandora querendo dinheiro para uma operação que o curaria da paralisia. O irmão gêmeo de Jake, Thomas, era um cientista do programa Avatar e ao morrer, Jake é chamado para assumir seu lugar no programa por sua similaridade genética que permitiria compatibilidade com o Avatar do irmão. Dra. Augustine não fica contente com a substituição, pois o irmão de Jake era um cientista com anos de treinamento para participar do programa. Jake, por sua vez, nunca usou um Avatar e não tem nenhum conhecimento sobre a cultura Na'vi. A equipe de pesquisa deixa que ele participe do programa, tendo-o mais como um segurança do que como um cientista.
Quando Jake está servindo de escolta para Grace e o biólogo Norm Spellman (Joel David Moore) em forma de Avatar, ele é atacado por uma criatura local e se perde do resto do grupo. Na selva, é salvo por uma Na'vi fêmea, Neytiri (Zoë Saldaña). Neytiri inicialmente quer deixar Jake, mas após ele ser coberto por sementes da Árvore da Vida, decide levá-lo para a Casa da Árvore, onde mora seu clã, os Omaticaya.
Quando o Coronel Miles Quaritch (Stephen Lang) ouve sobre a ligação próxima de Jake aos Na'Vi, que está sendo ensinado sobre Pandora por Neytiri, promete-lhe pernas funcionais em troca de convencer os Omaticaya a saírem da Casa da Árvore, que fica sobre uma imensa reserva de Unobtainium. Em três meses, Jake começa a preferir o modo de vida dos Na'Vi, se une aos Omaticaya e inicia um relacionamento com Neytiri. Sua mudança de lealdade é demonstrada quando Jake ataca máquinas da RDA que vieram destruir a Casa da Árvore. Ao ver o acontecimento, Quaritch desliga Jake de seu avatar, e descobre um video-diário em que Jake diz que os Na'Vi jamais deixarão a região. Isso faz Quaritch ordenar a destruição da Árvore, e Grace discorda, dizendo que afetaria a rede neural bio-botânica de Pandora. Parker Selfridge dá a Grace e Jake uma hora para eles convencerem os Na'Vi a abandonarem a área.
Porém ao revelarem a missão, os Omaticaya consideram Jake e Grace traidores, e os aprisionam. Quaritch ataca a Casa da Árvore, matando muitos Omaticaya, inclusive Eytucan (Wes Studi) chefe do clã e pai de Neytiri. Jake e Grace são desconectados dos Avatares e aprisionados junto com Norm. A piloto Trudy Chacon (Michelle Rodriguez), revoltada com as ações recentes, os libertam. Na fuga, Grace é baleada por Quaritch. Com Grace morrendo, Jake resolve pedir ajuda aos Omaticaya. Após domar o Toruk, uma besta que só cinco Na'Vi conseguiram montar, Jake voa até a Árvore das Almas, onde os Omaticaya se refugiaram, e pede a ajuda deles para salvar Grace. Há uma tentativa de transferir a alma de Grace para seu avatar, mas os ferimentos da cientista são graves demais e ela morre.
Jake e Tsu'Tey (Laz Alonso), o novo líder Omaticaya, usam o Toruk para voar até os diferentes clãs Na'Vi e convencê-los a se juntar em sua luta. Depois, Jake ora para Eywa, pedindo sua ajuda - as tropas de Quaritch planejam destruir a Árvore das Almas. Na batalha que segue, muitos Na'Vi morrem, incluindo Tsu'Tey e Trudy, e a derrota parece próxima, mas então a fauna de Pandora ataca e tira a vantagem da RDA. Jake destrói um bombardeiro, e Quaritch retalia atacando o prédio onde está a cápsula de controlar avatares com o corpo de Jake. Jake é exposto a atmosfera e quase morre, mas é salvo por Neytiri após esta matar Quaritch.
Selfridge e os militares são expulsos de Pandora, mas os Na'Vi deixam os cientistas permanecerem. Jake se torna líder dos Omaticaya, e tem sua alma transferida permanentemente para seu avatar por meio da Árvore das Almas.
Aviso: Terminam aqui as revelações sobre o enredo (spoilers).
[editar] Elenco e personagens
[editar] Humanos
Sam Worthington como Jake Sully, um ex-fuzileiro naval confinado a uma cadeira de rodas. Ele foi selecionado para o programa Avatar em substituição ao seu irmão gêmeo morto por terem genoma idêntico e, consequentemente, compatibilidade com o Avatar já produzido para o irmão. O Avatar de Jake é levado por Neytiri ao seu clã Na'vi, onde ele lentamente aprende sua língua e seus costumes.
Sigourney Weaver como Dra. Grace Augustine, uma experiente botânica que vive em Pandora há 15 anos e dirige o projeto Avatar. Ao longo dos anos em que trabalhou em Pandora, ela catalogou a flora do planeta, aprendeu a língua dos nativos e os ensinou inglês.
Michelle Rodriguez como Trudy Chacon, uma piloto da marinha americana.
Giovanni Ribisi como Parker Selfridge, administrador da estação em Pandora.
Joel David Moore como Norm Spellman, um biólogo que estuda a natureza de Pandora no laboratório de Dra Augustine.
Stephen Lang como o Coronel Miles Quaritch, principal vilão do filme. O Coronel tem como missão retirar os Na'vi do clã Omaticaya da árvore onde vivem e não poupa esforços militares para cumpri-la.
[editar] Na'vi
Zoë Saldaña como Neytiri, a princesa do clã Omaticaya. Neytiri é a responsável por levar Jake ao seu clã e ensiná-lo seus costumes.
CCH Pounder como Mo'at, rainha do clã e sua líder espiritual.
Laz Alonso como Tsu'Tey, um dos mais bravos guerreiros Na'vi e noivo prometido de Neytiri.
Wes Studi como Eytucan, o rei Na'vi do clã Omaticaya, marido de Mo'at e pai de Neytiri.
[editar] Criaturas
Banshee: São animais alados nativos de Pandora. Eles representam um rito de passagem na vida dos aspirantes a guerreiro Na’vi que devem escolher um animal para domá-lo e montá-lo. São extremamente difíceis de montar, por isso, conseguir domá-lo representa assumir uma posição de prestígio no clã. Acredita-se que exista uma conexão "cerebral" entre o animal e seu cavaleiro que permite que os movimentos do animal durante o voo sejam precisos e a montaria fique aparentemente fácil. O banshee é altamente adaptado ao voo e ao ambiente de Pandora, que tem gravidade menor que a da Terra. O ar do planeta também é mais denso, e o animal precisa de muita força para se deslocar nos céus. O Banshee das montanhas é altamente adaptado para voos. Seus ossos são ocos e cheios de ar. Possuem músculos bem desenvolvidos e ligados especialmente ao esterno, permitindo movimentos poderosos e necessários para subir cada vez mais alto, e com a fusão na espinha dorsal o seu tronco é fortalecido dando suporte para as asas. E apesar de se parecere com um reptil, sua anatomia é muito próxima dos pássaros. Seu nome Na’vi é ikran.[26]
Leonopteryx: É rei dos predadores dos ares, listrado de vermelho, amarelo e preto, suas asas chegam a 24,5 metros quando abertas. Seu nome Na’vi é toruk, significando "última sombra", em alusão a ser a última sombra que alguém vai ver, antecedendo seu ataque. Por ser um animal belo e feroz tem um lugar central no folclore e na cultura Na’vi. Ele é lembrado na dança, música e totens que simbolizam o medo e o respeito pela criatura.[27]
Direhorses: Lembram os cavalos terrenos, porém com vários detalhes importantes a mais. São animais herbívoros que possuem duas finas e longas antenas, uma de cada lado da cabeça. Os cientistas acreditam que o toque nas antenas transmite ao animal a sensação de prazer e carinho. As antenas ajudam também na troca de alimento, senso de direção e também como alerta para perigos. Cameron, diretor do filme, descreve o animal como um "cavalo da raça Clydesdale alienígena, de seis patas, com antenas de mariposa".[carece de fontes?] Estes animais são adaptados ao terreno acidentado de Pandora e os guerreiros Na’vi usam em batalhas. Seu nome Na’vi é pa'li.[28]
Thanator: É a mais temida das criaturas de Pandora. "O Thanator poderia devorar um tiranossauro-rex e comer o Alien de sobremesa. É a pantera do inferno", descreve o realizador John Rosengrant, do Stan Winston Studios. Sua musculatura é impressionante e fornece força e energia para longas corridas e saltos. Mesmo os destemidos Na’vi são surpreendidos pela abordagem da criatura. Os sentidos thanator são tão altamente desenvolvidos, que, dependendo das condições atmosféricas, podem detectar presas até treze quilômetros de distância.Seu nome Na’vi é palulukan.[29]
Viperwolves: Este animal conta com seis patas, corpo magro, mas muito poderoso que lhe permite viajar longas distâncias em busca de presas.Seus olhos verdes podem enxergar tanto durante o dia quanto à noite e sua percepção de profundidade é incrível. Acredita-se que o Viperwolve pode sentir presa por mais de oito quilômetros de distância. Poucos predadores, incluindo o banshee, tentariam um ataque a um Viperwolve, que quase sempre anda a caçar em grupo. Cameron descreve o animal como "desprovidos de pelos, com pele brilhosa que equivale a uma armadura. O mais assustador são as patas deles, que parecem mãos de couro".[carece de fontes?] Seu nome Na’vi é nantang,[30]
Hammerhead Titanothere: Grandes herbívoros terrestres com couraça corporal, seis patas e uma cabeça em forma de uma marreta na horizontal. Esta enorme criatura viaja em pequenos rebanhos ou matilhas pelos pastos. É moderadamente social, mas também extremamente territorial e hierárquica. Exibe ameaça constante, visível e audível, durante grande parte do dia. São criaturas que se irritam com certa facilidade e muitas vezes ao dia, normalmente o suficiente para fazer qualquer criatura de Pandora sair correndo para se proteger.[31]
Stingbat: Animais alados similares aos Banshees, porém, menores.[32]
Prolemuris: Animais arborícolas de braços que se bifurcam em dois antebraços. São semelhantes aos lêmures ou outros primatas terrestres.[33]
Fan Lizard: Pequenos animais que possuem semelhança com nossos lagartos, mas possuem a capacidade de voar com uma "asa" espiral em rotação nas costas.[34]
Tapirus: Animal que é como um porco que vive em Pandora. Em um planeta com predadores aperfeiçoados o Tapirus preenche o papel lamentável de presa perfeita.
[editar] Produção
Pandora é habitado por uma espécie de humanóides chamada Na'vi. Medindo quase 3 metros de altura, com cauda, ossos naturalmente reforçados com fibra de carbono e pelo bioluminescente, os Na'vi vivem em harmonia com a natureza e são considerados primitivos pelos humanos. Eles veneram uma deusa chamada Eywa. Os humanos não são capazes de respirar na atmosfera de Pandora, a qual é rica em dióxido de carbono, metano e amônia. Além disso, não têm uma convivência pacífica com os Na'vi por não entenderem sua cultura de venerar a natureza.
Os pesquisadores humanos coordenados por Dra. Grace Augustine (Sigourney Weaver) criaram o Programa Avatar, híbridos humano-Na'vi geneticamente modificados. Um humano que compartilhe material genético com um Avatar é mentalmente ligado e pode se conectar através de conexões neurais que permitem o controle do corpo do Avatar. Jake Sully (Sam Worthington) é um ex-fuzileiro paraplégico, que vai para Pandora querendo dinheiro para uma operação que o curaria da paralisia. O irmão gêmeo de Jake, Thomas, era um cientista do programa Avatar e ao morrer, Jake é chamado para assumir seu lugar no programa por sua similaridade genética que permitiria compatibilidade com o Avatar do irmão. Dra. Augustine não fica contente com a substituição, pois o irmão de Jake era um cientista com anos de treinamento para participar do programa. Jake, por sua vez, nunca usou um Avatar e não tem nenhum conhecimento sobre a cultura Na'vi. A equipe de pesquisa deixa que ele participe do programa, tendo-o mais como um segurança do que como um cientista.
Quando Jake está servindo de escolta para Grace e o biólogo Norm Spellman (Joel David Moore) em forma de Avatar, ele é atacado por uma criatura local e se perde do resto do grupo. Na selva, é salvo por uma Na'vi fêmea, Neytiri (Zoë Saldaña). Neytiri inicialmente quer deixar Jake, mas após ele ser coberto por sementes da Árvore da Vida, decide levá-lo para a Casa da Árvore, onde mora seu clã, os Omaticaya.
Quando o Coronel Miles Quaritch (Stephen Lang) ouve sobre a ligação próxima de Jake aos Na'Vi, que está sendo ensinado sobre Pandora por Neytiri, promete-lhe pernas funcionais em troca de convencer os Omaticaya a saírem da Casa da Árvore, que fica sobre uma imensa reserva de Unobtainium. Em três meses, Jake começa a preferir o modo de vida dos Na'Vi, se une aos Omaticaya e inicia um relacionamento com Neytiri. Sua mudança de lealdade é demonstrada quando Jake ataca máquinas da RDA que vieram destruir a Casa da Árvore. Ao ver o acontecimento, Quaritch desliga Jake de seu avatar, e descobre um video-diário em que Jake diz que os Na'Vi jamais deixarão a região. Isso faz Quaritch ordenar a destruição da Árvore, e Grace discorda, dizendo que afetaria a rede neural bio-botânica de Pandora. Parker Selfridge dá a Grace e Jake uma hora para eles convencerem os Na'Vi a abandonarem a área.
Porém ao revelarem a missão, os Omaticaya consideram Jake e Grace traidores, e os aprisionam. Quaritch ataca a Casa da Árvore, matando muitos Omaticaya, inclusive Eytucan (Wes Studi) chefe do clã e pai de Neytiri. Jake e Grace são desconectados dos Avatares e aprisionados junto com Norm. A piloto Trudy Chacon (Michelle Rodriguez), revoltada com as ações recentes, os libertam. Na fuga, Grace é baleada por Quaritch. Com Grace morrendo, Jake resolve pedir ajuda aos Omaticaya. Após domar o Toruk, uma besta que só cinco Na'Vi conseguiram montar, Jake voa até a Árvore das Almas, onde os Omaticaya se refugiaram, e pede a ajuda deles para salvar Grace. Há uma tentativa de transferir a alma de Grace para seu avatar, mas os ferimentos da cientista são graves demais e ela morre.
Jake e Tsu'Tey (Laz Alonso), o novo líder Omaticaya, usam o Toruk para voar até os diferentes clãs Na'Vi e convencê-los a se juntar em sua luta. Depois, Jake ora para Eywa, pedindo sua ajuda - as tropas de Quaritch planejam destruir a Árvore das Almas. Na batalha que segue, muitos Na'Vi morrem, incluindo Tsu'Tey e Trudy, e a derrota parece próxima, mas então a fauna de Pandora ataca e tira a vantagem da RDA. Jake destrói um bombardeiro, e Quaritch retalia atacando o prédio onde está a cápsula de controlar avatares com o corpo de Jake. Jake é exposto a atmosfera e quase morre, mas é salvo por Neytiri após esta matar Quaritch.
Selfridge e os militares são expulsos de Pandora, mas os Na'Vi deixam os cientistas permanecerem. Jake se torna líder dos Omaticaya, e tem sua alma transferida permanentemente para seu avatar por meio da Árvore das Almas.
Aviso: Terminam aqui as revelações sobre o enredo (spoilers).
[editar] Elenco e personagens
[editar] Humanos
Sam Worthington como Jake Sully, um ex-fuzileiro naval confinado a uma cadeira de rodas. Ele foi selecionado para o programa Avatar em substituição ao seu irmão gêmeo morto por terem genoma idêntico e, consequentemente, compatibilidade com o Avatar já produzido para o irmão. O Avatar de Jake é levado por Neytiri ao seu clã Na'vi, onde ele lentamente aprende sua língua e seus costumes.
Sigourney Weaver como Dra. Grace Augustine, uma experiente botânica que vive em Pandora há 15 anos e dirige o projeto Avatar. Ao longo dos anos em que trabalhou em Pandora, ela catalogou a flora do planeta, aprendeu a língua dos nativos e os ensinou inglês.
Michelle Rodriguez como Trudy Chacon, uma piloto da marinha americana.
Giovanni Ribisi como Parker Selfridge, administrador da estação em Pandora.
Joel David Moore como Norm Spellman, um biólogo que estuda a natureza de Pandora no laboratório de Dra Augustine.
Stephen Lang como o Coronel Miles Quaritch, principal vilão do filme. O Coronel tem como missão retirar os Na'vi do clã Omaticaya da árvore onde vivem e não poupa esforços militares para cumpri-la.
[editar] Na'vi
Zoë Saldaña como Neytiri, a princesa do clã Omaticaya. Neytiri é a responsável por levar Jake ao seu clã e ensiná-lo seus costumes.
CCH Pounder como Mo'at, rainha do clã e sua líder espiritual.
Laz Alonso como Tsu'Tey, um dos mais bravos guerreiros Na'vi e noivo prometido de Neytiri.
Wes Studi como Eytucan, o rei Na'vi do clã Omaticaya, marido de Mo'at e pai de Neytiri.
[editar] Criaturas
Banshee: São animais alados nativos de Pandora. Eles representam um rito de passagem na vida dos aspirantes a guerreiro Na’vi que devem escolher um animal para domá-lo e montá-lo. São extremamente difíceis de montar, por isso, conseguir domá-lo representa assumir uma posição de prestígio no clã. Acredita-se que exista uma conexão "cerebral" entre o animal e seu cavaleiro que permite que os movimentos do animal durante o voo sejam precisos e a montaria fique aparentemente fácil. O banshee é altamente adaptado ao voo e ao ambiente de Pandora, que tem gravidade menor que a da Terra. O ar do planeta também é mais denso, e o animal precisa de muita força para se deslocar nos céus. O Banshee das montanhas é altamente adaptado para voos. Seus ossos são ocos e cheios de ar. Possuem músculos bem desenvolvidos e ligados especialmente ao esterno, permitindo movimentos poderosos e necessários para subir cada vez mais alto, e com a fusão na espinha dorsal o seu tronco é fortalecido dando suporte para as asas. E apesar de se parecere com um reptil, sua anatomia é muito próxima dos pássaros. Seu nome Na’vi é ikran.[26]
Leonopteryx: É rei dos predadores dos ares, listrado de vermelho, amarelo e preto, suas asas chegam a 24,5 metros quando abertas. Seu nome Na’vi é toruk, significando "última sombra", em alusão a ser a última sombra que alguém vai ver, antecedendo seu ataque. Por ser um animal belo e feroz tem um lugar central no folclore e na cultura Na’vi. Ele é lembrado na dança, música e totens que simbolizam o medo e o respeito pela criatura.[27]
Direhorses: Lembram os cavalos terrenos, porém com vários detalhes importantes a mais. São animais herbívoros que possuem duas finas e longas antenas, uma de cada lado da cabeça. Os cientistas acreditam que o toque nas antenas transmite ao animal a sensação de prazer e carinho. As antenas ajudam também na troca de alimento, senso de direção e também como alerta para perigos. Cameron, diretor do filme, descreve o animal como um "cavalo da raça Clydesdale alienígena, de seis patas, com antenas de mariposa".[carece de fontes?] Estes animais são adaptados ao terreno acidentado de Pandora e os guerreiros Na’vi usam em batalhas. Seu nome Na’vi é pa'li.[28]
Thanator: É a mais temida das criaturas de Pandora. "O Thanator poderia devorar um tiranossauro-rex e comer o Alien de sobremesa. É a pantera do inferno", descreve o realizador John Rosengrant, do Stan Winston Studios. Sua musculatura é impressionante e fornece força e energia para longas corridas e saltos. Mesmo os destemidos Na’vi são surpreendidos pela abordagem da criatura. Os sentidos thanator são tão altamente desenvolvidos, que, dependendo das condições atmosféricas, podem detectar presas até treze quilômetros de distância.Seu nome Na’vi é palulukan.[29]
Viperwolves: Este animal conta com seis patas, corpo magro, mas muito poderoso que lhe permite viajar longas distâncias em busca de presas.Seus olhos verdes podem enxergar tanto durante o dia quanto à noite e sua percepção de profundidade é incrível. Acredita-se que o Viperwolve pode sentir presa por mais de oito quilômetros de distância. Poucos predadores, incluindo o banshee, tentariam um ataque a um Viperwolve, que quase sempre anda a caçar em grupo. Cameron descreve o animal como "desprovidos de pelos, com pele brilhosa que equivale a uma armadura. O mais assustador são as patas deles, que parecem mãos de couro".[carece de fontes?] Seu nome Na’vi é nantang,[30]
Hammerhead Titanothere: Grandes herbívoros terrestres com couraça corporal, seis patas e uma cabeça em forma de uma marreta na horizontal. Esta enorme criatura viaja em pequenos rebanhos ou matilhas pelos pastos. É moderadamente social, mas também extremamente territorial e hierárquica. Exibe ameaça constante, visível e audível, durante grande parte do dia. São criaturas que se irritam com certa facilidade e muitas vezes ao dia, normalmente o suficiente para fazer qualquer criatura de Pandora sair correndo para se proteger.[31]
Stingbat: Animais alados similares aos Banshees, porém, menores.[32]
Prolemuris: Animais arborícolas de braços que se bifurcam em dois antebraços. São semelhantes aos lêmures ou outros primatas terrestres.[33]
Fan Lizard: Pequenos animais que possuem semelhança com nossos lagartos, mas possuem a capacidade de voar com uma "asa" espiral em rotação nas costas.[34]
Tapirus: Animal que é como um porco que vive em Pandora. Em um planeta com predadores aperfeiçoados o Tapirus preenche o papel lamentável de presa perfeita.
[editar] Produção
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